Tanta coisa aconteceu desde o último post… Teve o show de lançamento na Modern Sound, que ficou sendo anunciado durante dias na MPB FM com ”Meu saravá” ao fundo… quem ouviu? Foi muito legal, tocava toda hora!
O show, que foi dia 29 de dezembro, tão perto do reveillon, ficou lotado e foi maravilhoso. O Pedrinho Miranda foi o convidado surpresa. Ele acabou de lançar um CD que foi escolhido o melhor disco do ano pelo JB (voto popular) e ficou entre os 10 melhores do Jornal O Globo, ou seja, não sou só eu quem acha o cara bom. Além de encantar com o gogó de ouro, o Pedrinho é famoso por suas lágrimas incontidas. Lá no show, além de cantar lindamente, o moço chorou de emoção! Ele é meu amigo há muito tempo e ficou emocionado. Eu fiquei também mas não chorei pra não borrar o rímel. Aqui tem um filminho de uma parte da linda participação dele no show da Modern Sound.
Virei figurinha fácil nas rádios da cidade: na Rádio Nacional eu bati um papo sobre o CD com a sambista Dorina, no auditório da Rádio Mec fizemos um show no programa “Ao vivo entre amigos”, apresentado por Marina Barreto. Na Roquette Pinto eu participei do “Vozes da Lapa”, apresentado pelo querido Edu Kriger, e até para a CBN eu dei entrevista, via celular, para a jornalista Maíra Menezes. Resumindo: metida? eu?
Olha aí embaixo o que saiu no jornal Zero Hora (de Porto Alegre) no domingo passado:
Clica na imagem e bota um zoom que dá pra ler direitinho! São 20 perguntas e respostas que respondi por email. É legal…
E marquem na agenda pro pós carnaval: o próximo show de lançamento será no dia 23 de fevereiro lá no CCC (Centro Cultural Carioca)!






Semana passada eu tava aí, na inauguração desse terreiro lá em Quissamã. É o Espaço Cultural Antônio Morim. Não vai dá pra contar a história toda dessa festa, vou resumir no que é o Fado de Quissamã e por que eu estava lá.
democratização do mercado fonográfico, tudo isso está fazendo essas ondas perderem força. Tudo leva a crer que, agora e cada vez mais, o ouvinte tem mais poder sobre o mercado, e mais escolhas.
Quinta feira eu li este juramento, bem pausadamente ao microfone, para que os meus amigos formandos pudessem repetir todos juntos em seguida. Ahhhh, que emoção!!! Amei ficar com essa parte. Parecia ser a parte que tinha sobrado pra mim das tarefas que precisavam de alguém pra fazer. Depois descobri que é genético. A minha mãe, que estava lá assistindo, falou -Fui eu que li o juramento da minha turma de engenheiros na UFRJ! -É, mãe? Que coincidência! Mas aí a minha irmã (que mora em Chicago) ligou enquanto estávamos no restaurante onde fomos comemorar a minha formatura e disse: -Você leu o juramento? Que legal! Eu também li o da minha turma de designers na PUC!