A piada do Feliz Ano Novo só depois que passa o carnaval nunca fez tanto sentido. O post anterior foi escrito no ano passado! O desenrolar da enquete sobre o nome que deveria ser dado ao bloco de pandeiros foi o seguinte:

O nome Tum Tá Que Tá foi o mais votado nos comentários e assim foi batizado o nosso bloco. Ensaiamos exaustivamente até o dia da nossa primeira saída no sábado de carnaval e… olha que coisa linda, mesmo com a chuva, nosso desfile foi inesquecível!!

Na foto (by Irene Walsh) à esquerda você vê o luxuoso estandarte feito com capricho pela minha tia Valentina (com as ajudas minha e da pandeirista Eliane Teixeira) e carregado pela linda Andrea Sayão, a porta-estandarte eleita bem no momento em que o trânsito foi fechado para a nossa passagem.

Eu estou ali de costas fantasiada de anjinha, cheia de orgulho. Em outras palavras, metiiiiida… regendo os pandeiristas com um apito, irmão do apito do controlador de trânsito que (metiiiiido) mandava os carros se desviarem da nossa pista. Viva o carnaval que nos dá uma pista do asfalto embaixo dos Arcos da Lapa pra andarmos na contramão, só na batucada dos pandeiros. Viva os pandeiristas do Tum Tá Que Tá devidamente batizados pela chuva do primeiro dia de carnaval de 2011: Bia, Claúdio, Edi, Sandor, Eliane, Maria, Ranjan, Anibal, Guilherme, Wolf, Marcello, Fito, Humberto, Carmen, Bjorn, Soumia e Júlio!

Obrigada a todos por essa realização: Philippe Leon que produziu as lindas camisas que ainda podem ser compradas através do site dele, à minha família amada e especialmente a todos da Maracatu Brasil.